[RESENHA] Edgar Huntly, ou Memórias de um Sonâmbulo, de Charles Brockden Brown
![]() |
| Detalhe do frontispício da primeira edição de Edgar Huntly. O arquivo original pode ser acessado aqui. |
Em meio
a paisagens hostis e pessoas misteriosas,
um homem fará de tudo para descobrir os mistérios que
rodeiam o assassinato de seu melhor amigo. Misturando
elementos da ficção gótica e narrativa detetivesca, Edgar
Huntly é uma obra que abre uma
janela para a mente humana, permitindo-nos observa a eterna luta pela
Razão quando confrontada com o aspecto mais selvagem e
primitivo escondido em cada um de nós.
A obra
de Charles Brockden Brown pode facilmente ser lida como
fruto direto do momento histórico
em que foi escrita. Nascido
na Filadélfia em 1771, centro
político e social da colônia que, no futuro, viria a ser os Estados
Unidos da América, Brown tinha 6 anos quando foi proclamada a
independência norte-americana e, aos 16 anos, trabalhava em um
escritório de leis no momento em que a
constituição federal era promulgada. Crescendo em meio
aos ideais iluministas e racionalistas importados da Europa,
principalmente da França, que fundamentavam a sociedade na
época, não pôde escapar à
influência das discussões e das personalidades (como
George Washington e Thomas Jefferson) que permeavam os
cafés e restaurantes da época.
Nesse ambiente
intelectual movimentado, Brown foi
vigorosamente atraído pelas artes e, principalmente, pela literatura
presente na colônia de então: uma mistura de romances sentimentais,
novelas “com propósitos, e ficção gótica inglesa. Incentivado
por um grupo de amigos da alta sociedade, autodenominados Friendly
Club, Brown escreveu inúmeros contos,
ensaios, novelas e, entre 1798 e 1800, nada menos que quatro
romances, procurando ser, ao menos no recém-nascido Estados
Unidos, o primeiro escritor a se sustentar exclusivamente através da
escrita.
Edgar
Huntly, ou Memórias de um Sonâmbulo é
o quarto filho do casamento entre
revolução americana e terror gótico inglês. Com um tom
didático premente, Brown nos conduzirá através das
páginas por discussões sobre a
importância e os limites da Razão humana, sobre aceitação e
rejeição social, sobre os
conflitos entre caos e ordem nas
esferas individuais e
coletivas da sociedade, e sobre as consequências da
imposição, na vida e no psicológico das pessoas, de normas sociais
preestabelecidas.
Ao longo
de 1700, foram desenvolvidos na Europa ideais que defendiam a
primazia da Razão nas ações humanas, o foco no indivíduo em
oposição ao etéreo e abstrato, e a capacidade de se compreender a
natureza de uma maneira lógica e racional, dando origem a uma
cultura que ficou conhecida como Iluminismo. Nesse período, novos
atores sociais e políticos começavam a
se distanciar dos antigos modelos de governos, tais como regimes
monárquicos, para defender o modelo democrático; começava-se
a pensar na tripartição de poderes em legislativo, executivo e
judiciário e na concepção de um Estado laico.
Um dos
primeiros projetos de aplicação prática dessas ideias foi
desenvolvido na América, antes, durante, e depois da
declaração de independência dos Estados Unidos. Como o
distanciamento do sistema político e legal inglês, passou a ser
recorrente nos centros políticos e sociais da época discussões em
torno da formulação de uma nova Constituição e de quais
seriam as barreiras e as liberdades promovidas por ela. Nos
cafés e nas câmeras legislativas, era possível
ouvir perguntas como: Até onde se pode ir para alcançar uma
Ordem social estável? É possível conciliar Ordem e
Caos naturalmente, ou são necessárias leis? E, caso caso
essa conciliação seja espontânea, o que garante a primazia da
Razão na natureza humana? Charles Brodcken Brown toma pra
si esses questionamentos e procura respondê-los em Edgar
Huntly. Para isso, o autor toma como
parâmetro dois elementos centrais para a cultura
norte-americana: dinheiro e sexo (ou,
para colocar em termos mais neutros, propriedade
e casamento), tidos na época como garantias de estabilidade e,
consequentemente, Ordem social, e nos apresentará personagens que
interagem com esses valores e que tem os respectivos destinos
determinados por eles.
Nosso protagonista
é Edgar Huntly, um jovem sem
posses que vive à custa do tio, mas que, estando noivo da
irmã de seu falecido amigo
Waldergrave, possuirá em breve a herança que ela recebeu do irmão.
Uma melhora de vida é o que o destino lhe promete, através do
acesso a propriedades e a um
casamento estável. Além do mais, Edgar é um profundo defensor
da Razão humana: acredita, assim como seu mestre e
amigo Sarsefield, ser capaz de penetrar todos os mistérios da
natureza e compreendê-los, explicá-los e, acima de tudo,
modificá-los; diante dos obstáculos que a vida lhe
apresentará, fará de tudo para defender seu ponto de vista.
Ao mesmo
tempo, somos apresentados a Clithero, anti-herói do livro,
filho de camponeses irlandeses, mas que é salvo da miséria por uma
singela dama da alta sociedade, de nome Euphemia Lorimer
que, após provas da fidelidade do
resgatado, lhe promete dinheiro e um bom casamento com sua sobrinha,
Clarice. Ambos Clithero e Edgar estiveram em um ponto da vida prestes
a ganhar estabilidade social através do casamento e da posse de
dinheiro; no entanto, o destino de ambos diverge no momento em que um
deles abdica dessas garantias sociais em decorrência de elementos
sobrenaturais (mais sobre isso adiante) que promovem sua insanidade,
enquanto o outro, para não seguir no mesmo caminho, luta com todas
as forças para manter sua própria sanidade.
Edgar, defensor
da Razão, procura ao longo de todo o livro aplicá-la para
compreender o passado de Clithero e conseguir salvá-lo da
irracionalidade à qual seu passado lhe condenou. No entanto, somos
apresentados a diversos momentos que comprovam as limitações
racionalistas do protagonista: ele falha ao supor que a sobra na
árvore seja o assassino de Waldergrave, falha ao tentar compreender
o desaparecimento das cartas de seu
amigo, que para ele tinham sido roubadas, mas, como se verifica,
foram escondidas durante uma crise de sonambulismo, e falha ao tentar
solucionar o mistério da caixa de Clithero. Agora, debrucemo-nos
sobre esse episódio: Edgar, ao dormir no quarto do anti-herói,
que estava desaparecido no momento, encontra
uma curiosa caixa de Clithero que só pode ser aberta através de
mecanismos ocultos. Ora, Edgar iniciado nas artes da mecânica,
procura abrí-la, para verificar se há algo dentro dela que seja
capaz de solucionar os mistérios da narrativa. Após analisá-la por
alguns minutos, descobre o mecanismo e, acionando-o, abre a caixa
para descobrir dentro dela: nada. Consternado, e com medo de ser pego
bisbilhotando, procura fechá-la mas, no processo, quebra a
caixa.
Vejamos então
o que está sendo retratado nesse episódio. De certa maneira, a
ligação entre Edgar e Clithero é aprofundada: ambos, além da
posição social comentada anteriormente, passam,
no decorrer da história, a funcionar como um duplo, como dois
opostos de uma memsa moeda, e a
trajetória de Edgar cada vez mais se aproxima da de Clithero através
das falhas de seu raciocínio e da aproximação com a insanidade
deste. Esse episódio da caixa procura estabelecer
os laços entre as personagens ao mostrar Edgar dormindo no quarto de
Clithero e apresentar características psicológicas comuns a ambos,
ao mesmo tempo que dá um passo a mais à decadência de Edgar ao
mostrá-lo, novamente, incapaz de comprovar a supremacia da Razão
sobre o desconhecido (no caso, a caixa).
Vemos, então,
na narrativa, as convicções de Edgar sendo passo
a passo simbolicamente desconstruídas; Brown está aos poucos nos
mostrando as limitações das Razões até dar o golpe de
misericórdia por meio do episódio de Weymouth, descrito poucas
páginas adiante, que levará Edgar ao completo estado de loucura e
selvageria. Após a morte de Waldergrave, sua irmã passa a
usufruir da herança, e Edgar, que pretende casar-se com ela em
breve vê-se beneficiado pelo destino, pois se casará e terá
posses que, em suas palavras, lhe permitiriam sustentar ele e suas
irmãs pelo resto da vida, assegurando a permanência delas, e
de si próprio, na alta sociedade. Essa conjuntura muda
quando, durante a noite, chega
Weimouth, antigo amigo de Waldergrave que, por questões legais,
detêm a posse sobre a herança que assegurava o futuro de Edgar,
arremessando assim nosso protagonista na miséria e impedindo-o,
consequentemente, de se casar. A queda de Edgar
é, então, total: apresentando
já sinais de perturbação mental, ele acordará no dia seguinte a
esse episódio em meio a uma caverna escura, sem saber como chegou
lá. Terá que, a partir disso, lutar contra si próprio e contra os
obstáculos naturais e humanos que serão colocados em seu caminho.
No entanto,
a trajetória de Edgar, embora simbólica, perderia força ao
ser analisada isoladamente, e é, com o objetivo de reforçar a
simbologia trabalhada, que o passado de Clithero nos é apresentado
nas primeiras páginas, como se Brown quisesse, logo no início,
apresentar uma chave interpretativa para o que veremos ocorrer com o
protagonista. Após assassinar o
irmão de Euphemia Lorimer, Arthur Wiatte, clithero abdica o
casamento e a fortuna de Clarice, embarca pros Estados Unidos, e
passa a viver solitariamente nas propriedades de um colega de
Edgar. Em todo momento que as
personagens do livro questionam-se acerca
do passado e das qualidades individuais do anti-herói,
poucas informações são levantadas, mostrando, assim, que ele
encontra-se marginalizado socialmente. É como se, nas entrelinhas,
Brown procurasse mostrar que aqueles que falham em alcançar um
matrimônio estável e a posse de propriedades estivesse fadado a ser
excluído socialmente, o que acontece tanto com Clithero, que é
praticamente ignorado socialmente, quanto por Edgar, que após a
noticia de Weymouth encontra-se isolado, física e psicologicamente
da sociedade.
Uma leitura
desatenta pode levar o leitor a acreditar-se diante
de tragédias individuais, mas, tendo em vista o caráter pedagógico
defendido por Brown na apresentação do livro, é necessário
analisar a narrativa de uma maneira simbólica e alegórica. O
passado de Clithero e o destino
de Edgar não são relativos a apenas eles próprios, mas sim a todo
um círculo social mais amplo: Clithero representa a parcela social
que abdica, por conta da loucura que se desenvolve em algumas
pessoas, ao direito de viver em sociedade; e o fato de se
distanciar do dinheiro e do sexo são maneiras pelas quais tal
apagamento social poderia ocorrer. Seu passado, portanto,
representa os conflitos sociais que
Brown percebia na época, e a maneira como esse passado se
desenvolve, com foco na irracionalidade e no desespero psicológico
que Clithero sente ao matar o irmão gêmeo de Lorimer (irmãos cuja
vida e a morte estaria inefavelmente interligados) traz à tona
o debate da Razão sobre a natureza humana, num âmbito
sociopolítico mais circunspecto, os debates que permeava a jovem
nação americana. A história de Edgar, por sua vez, reforça
essa visão: com uma mente comprometida pelas recorrentes falhas da
lógica e da racionalidade, ele se vê jogado na loucura e na margem
social ao perder as seguranças sociais que lhe eram prometidas (no
caso, o casamento com a irmã de Waldergrave e a apropriação da
herança desta).
Dessa maneira, duas
mensagens são transmitidas e contrapõe a aparente ideia central do
livro de apologia a racionalidade. A primeira é a de que, para
viver em sociedade, é necessário abdicar das liberdades
individuais e se aproximar das normas sociais (representadas
pelo dinheiro e pelo casamento). O destino de Clithero é o mais
simbólico nesse aspecto: ele deverá optar por viver enclausurado
num hospital de loucos ou morrer afogado nas águas onde o navio que
o transporta navegam, já que, diante do seu passado, é incapaz
de voltar à civilização. A segunda é que, mesmo a
racionalidade sendo a ideia mais aceita na época, é possível
divisar aspectos negativos que a permeia; por exemplo quando se
percebe as limitações de Edgar e a recorrência de seus erros
ao tentar mais uma vez convencer, nas páginas finais do livro,
Clithero a voltar à Razão através do conhecimento de que a Srta
Lorimer estava viva. De maneira
sintética, Brown procura nos mostrar: que a Razão possui
limitações e falhas; e que a
sociedade americana pode ser obscura e torpe ao excluir e
marginalizar indivíduos que não se adéquam a ela. Trata-se,
portanto, de um livro reflexivo, que promove o debate e apresenta de
maneira alegórica posicionamentos e teses.
Muitos leitores
podem se perguntar, no entanto, o que
permite que se considere Edgar
Huntly como um romance
gótico, afinal, até o momento, só foram apresentados aspectos
factuais que poderiam ter ocorrido em qualquer obra moderna
que unisse romances sentimentais
e novelas pedagógicas a uma análise
sociológica e psicológica.
Uma
das maneiras de saciar essa dúvida é realizando a análise dos
elementos que são empregados com o intuito de desenvolver tanto a
narrativa quanto a atmosfera que cerca os acontecimentos. Comecemos
então com os elementos chamados externos, como paisagens e
ambientações: uma leitura superficial da obra descortina que
praticamente todas as passagens de tensão e de conflito da narrativa
se dão durante a noite, enquanto os
momentos de calma e de reflexão se passam de dia. Por exemplo, logo
no início da narrativa, Edgar encontra a sombra durante
uma caminhada noturna, e ao final, quando há a solução dos
mistérios, Clithero é encontrado em sua moradia durante o dia; mas
perceba que muitos dos momentos de inflexão, quando algum
acontecimento ou evento mudará o rumo
da narrativa e a condição psicológica dos personagens, ele ocorre
na passagem do dia para a noite, podendo-se destacar o momento da
chegada de Weymouth, passagem em que, como apresentado
anteriormente, determinada a queda de Edgar a um estado de
irracionalidade que fundamenta a argumentação do livro.
Aliado à
ambientação noturna reside a importância da paisagem e de efeitos
de luz e sombra. Novamente retornando ao início da narrativa, o
primeiro encontro entre Edgar e o vulto se dá num ambiente inóspito
(desértico, sem pessoas), iluminado difusamente pela lua e num lugar
que carrega uma grande carga emocional para o protagonista/narrador
(local de assassinato de seu amigo), elementos que, somados, nos
possibilitam sentir o terror que se apossou de Edgar no momento em
que divisou a figura. Paisagens similares ou até mais aterradoras
são apresentadas no restante do livro. E não
é a toa o fato delas se tornarem
crescentemente mais inóspitas e assustadoras: além
de querer nos transmitir a dimensão da narrativa e desenvolver nos
leitores sentimentos mais fortes, o uso dessas paisagens exerce
influência nas ações e reflexões das próprias personagens. Dessa
maneira, o fato de Edgar se deparar sozinho dentro numa caverna é
fundamental para que ocorra os conflitos internos na personagem, ao
mesmo tempo que a caverna (escura, aterradora e
claustrofóbica) é um reflexo da
condição psicológica vivenciada por Edgar. E esse modelo se
estende a inúmeros outros exemplos. Como
resultado, há um movimento de influência mútua entre paisagem e
psicologia individual, e, enquanto isso, enquanto o
externo pode ser interpretado como uma representação do que há
de errado com a narrativa e, especificamente, com o que há de
errado com as personagens, um
recurso comum a ficção gótica, chamado “psicologização
da natureza”, presente em várias outras histórias que fazem
uso de paisagens aterradoras e desconcertantes.
Outra maneira
também de perceber o gótico em Edgar
Huntly é analisando os
elementos sobrenaturais. Ao longo da
narrativa são apresentados espectros, mortos que retornam a vida,
alucinações, objetos que mudam de lugar e, principalmente, o perigo
da morte. Tais acontecimentos podem, e são, solucionados
racionalmente pelo narrador ao longo da narrativa. No entanto, mesmo
que para nós, leitores, seja claro que o sobrenatural deveria ser
escrito entre aspas, para os personagens, em grande parte, não
se trata de uma concepção óbvia, o que faz com que o impacto
psicológico desses acontecimentos seja extremamente importante para
desenvolver a narrativa, pois desenvolve a psiqué de
cada um dos atores representados e, consequentemente, desenvolve os
temas abordados. Em outras palavras, o sobrenatural desenvolvido
por Brown é solucionado e racionalizado, mas o impacto destes nas
personagens traz a tona seu lado irracional e primitivo, este, si,
extremamente assustador e, em muitos casos, grotesco.
O exemplo
mais claro da importância do “sobrenatural” para a narrativa se
dá no âmbito da queda social de Clithero, no momento em que
ele assassina o irmão de Lorimer. O
fato dela e de Wiatte serem irmãos gêmeos acrescenta pouco a
história e ao desenvolvimento dos acontecimentos; no entanto, a
crença que o destino deles estava entrelaçados
e que a morte de um levaria inexoravelmente a morte do outro é o
gatilho que leva Clithero a abandonar o recanto da ordem e se afundar
nas águas do caos e do incerto, iniciando assim a espiral que o
levará por diversas vezes quase ao suicídio e, invariavelmente, à
loucura e à crueldade que se descortinam nas últimas páginas
do livro
Perceba, então, que
os temas da
luta entre Ordem vs. Caos e da primazia da Razão sobre a
natureza humana, abordados socialmente
na narrativas, são também abordados estilisticamente
a partir de elementos góticos, cuja função passa a ser
aprofundar e desenvolver o que o
autor pretendia discutir e o que foi analisado por nós
anteriormente. Seja através da ambientação, seja através dos
fenômenos sobrenaturais, Brown conseguiu refletir de maneira
“visual” os conflitos internos
e sociais da tarrativa.
Dessa maneira, Edgar
Huntrly, ou memórias de um sonâmbulo se apresenta como um
inovador desenvolvimento da ficção gótica e da literatura
norte-americana. Mesclando influências literárias anteriores
e estéticas inglesas com
acontecimentos e posicionamentos políticos e sociais locais, Charles
Brockden Brown consegue entregar uma narrativa rica, profunda,
emocionante e ao mesmo tempo reflexiva, que permite várias camadas
de leitura que vão desde uma história de aventura com elementos
sobrenaturais até um retrato psicológico dos Estados Unidos durante
o momento de sua independência. O resultado é um livro que agrada
diferentes públicos e que permite, a partir de leituras
subsequentes, crescer aos olhos e tomar
uma forma que se adapte ao leitor, pois, como sempre é
importante lembrar, esta análise abarcou apenas alguns pontos da
narrativa, mas muitos outros podem ser divisados pelos leitores.
***
Onde
encontrar o livro:
- Infelizmente, Edgar Huntly, ou Memórias de um Sonâmbulo, até o momento, não foi traduzido no Brasil. No entanto, para os falantes de inglês, é possível por meio desse link acessar um exemplar da primeira edição de 1799 escaneada.
- Para
aqueles que desejam uma edição física, eu particularmente
recomendo a edição da Penguin Books (ISBN-10: 0140390626).
Edição
Utilizado:
- BROWN, Charles Brockden. Edgar Huntly, or, Memoirs of a sleep-walker. Introdução de Norman S. Grabo. Penguin Books, 1988.
Bibliografia
e referências:
- BYRON, Glennis; PUNTER, David. The Gothic. Oxford: Blackwell Publishing, 2004.
- WEINSTOCK, Andrew J. Charles Brockden Brown. Cardiff: University of Wales Press, 2011.
|


Comentários
Postar um comentário
Por favor, seja educado e colabore com as discussões nesse blog.